Dormir dá trabalho demais
Três polissonografias de laboratório até o momento e contando.

Já falei um pouco por aqui da minha batalha para dormir. Recentemente, tive novos capítulos.
Mesmo com a placa intra-oral, eu estava com um problema recorrente de acordar no meio da noite e não voltar a dormir. Isso foi entre setembro e outubro de 2025.
Recentemente, descobri que existe um especialista em sono, o médico do sono. Procurei o dr. Guilherme e relatei a ele minha questão. Imaginava algo já dentro do que eu tinha feito nessa área.
Bom, o dr. Guilherme deu uma sacudida no meu mundo me sugerindo algo que até então eu tinha ignorado.
Eu precisava procurar uma fonoaudióloga. E não podia ser qualquer uma. Tinha de ser uma com especialização em apnéia do sono.
E assim a dra Vera Cristina entrou na minha vida. A primeira consulta foi em dezembro do ano passado.
Desde então, tenho feito vários exercícios diferentes para a musculatura do meu rosto, bochechas e a minha língua.
Após 4 consultas, ela me emprestou um oxímetro da Biologix e disse pra eu fazer três exames, em três dias seguidos.
Tudo na mesma semana em que eu faria a minha terceira polissonografia, dessa vez dormindo no laboratório.
Sim, isso mesmo. Eu fiz três exames em casa e um em laboratório na mesma semana.
Com direito a gravação do ronco do meu conge (que jura de pé junto que não ronca!).

A polissonografia foi encomendada pela minha dentista do sono, dra Maria de Lourdes Rabelo. Ela queria testar a eficácia da placa. Esse exame o resultado ainda não saiu.
Já os exames com o Biologix deram super certo! Ao que tudo indica, a fono está dando resultado.
Além de tudo isso, dr. Guilherme me prescreveu Donaren, pra eu tomar antes de dormir e me ajudar a voltar a pegar no sono quando eu acordar de madrugada.
Então esse primeiro mês do ano eu tenho dormido bem e descansado.
Mas como dá trabalho e gasta dinheiro essa busca pelo sono restaurador! Pelo amor de Deus!
Enfim, agora é aguardar a polissonografia do laboratório.
Ah e antes que você me pergunte: dá pra dormir sim. Parece que não. E eles até te acordam se os sensores não tão funcionando direito. Mas eventualmente a exaustão te vence. E você dorme. Num laboratório, cercado de gente estranha. E com fios no seu corpo inteiro. É uma experiência surreal.
Mas já tô até acostumando.
Com sorte, no final dessa jornada, eu conseguirei deitar e ter uma boa noite de sono, como um ser humano (relativamente) normal.


Sweet dreams are made of this 🎶🎵